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Estudamos a experiência de membros da família que se comunicaram via videofones com pacientes idosos com demência, que estavam either em um lar para cuidados de alívio temporário ou vivendo em uma casa de repouso. O estudo baseou-se em dados qualitativos de sete entrevistas. Os entrevistados tiveram cada um três meses ou mais de experiência com um videofone. As entrevistas abertas foram transcritas. A análise de conteúdo mostrou que as conversas por videofone tornaram os familiares de pacientes em lares de idosos mais envolvidos no processo de cuidado e que a conversa via videofone era uma forma diferente de comunicação. As conversas por videofone com pacientes dementes foram em alguns casos mais focadas e de melhor qualidade do que as conversas presenciais. Na maioria dos casos, as conversas por videofone exigiram a assistência da equipe do lar para serem significativas. Videofones têm o potencial de se tornar ferramentas úteis para membros da família que cuidam de parentes idosos.
Sävenstedt et al. (Fri,) estudaram esta questão.