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estão incluídos na EUA da FDA para enfrentar a pandemia de COVID-19. No entanto, a FDA ainda não permite o compartilhamento ou reutilização de respiradores N95. 8 Considerando a pandemia de COVID-19 especificamente, os Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) publicaram orientações sobre o uso prolongado e a reutilização limitada de respiradores N95. Os métodos possíveis de descontaminação citados como os mais promissores pelo CDC foram peróxido de hidrogênio vaporoso, radiação germicida ultravioleta e calor úmido. 9 No Brasil, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) permitiu que as comissões de controle de infecções hospitalares (CCIHs) de cada serviço de saúde criassem protocolos para reutilização pelo mesmo profissional: uso, retirada, embalagem, avaliação da integridade, tempo de uso e critérios para descarte. 10 O impacto da pandemia de COVID-19 em cada país ou região pode ser influenciado pelo número de casos, pela proporção de pacientes que necessitam de hospitalização e pela infraestrutura dos sistemas de saúde. As autoridades de saúde devem considerar a escassez global de EPI e definir recomendações viáveis para uso prolongado, reutilização ou descontaminação de respiradores N95. Poucas agências regulatórias de alguns países capacitaram os gerentes de serviços de saúde a implementar estratégias para procedimentos de descontaminação e/ou reutilização. O Ministério do Trabalho e Assuntos Sociais da Alemanha descreveu em detalhes o método de descontaminação recomendado para respiradores N95 (ou seja, calor seco a 65-70°C em um armário de secagem por 30 minutos). Por outro lado, até 60% dos países pesquisados não relataram nenhuma recomendação para uso prolongado, reutilização ou descontaminação de respiradores N95. Em resumo, fornecemos algumas evidências de que as autoridades regulatórias estão tendendo a relaxar as regulamentações durante a escassez de EPI. O uso prolongado e a reutilização de respiradores N95 tornaram-se o último recurso, pois é crucial manter a proteção dos trabalhadores de saúde durante a pandemia de COVID-19.
Rahimi et al. (Qua,) estudaram essa questão.