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Trabalhos recentes em gestão de carbono (GC) -- a separação e o sequestro de carbono da combustão de combustíveis fósseis para reduzir as emissões atmosféricas de CO -- elevaram as estimativas das capacidades de sequestro e diminuíram as estimativas de custos, de modo que a GC pode oferecer possibilidades substanciais de mitigação de forma mais barata do que a energia não fóssil. A aparente atratividade tecnológica e econômica da GC tem implicações importantes para a economia política da mitigação e o design de políticas de mitigação. A GC também carrega riscos ambientais novos e levanta sérias questões de equidade intergeracional, que requerem avaliação urgente.
Parson et al. (Sex,) estudaram essa questão.