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A mais recente política de sistemas nacionais do Banco Mundial, adotada em 2008, permite que os tomadores de empréstimos utilizem seus sistemas nacionais para realizar aquisições e gerenciar as finanças de projetos financiados pelo Banco. Em princípio, isso incentivará a reforma institucional, aumentará a apropriação local e facilitará a harmonização dos doadores. Na prática, o conteúdo e a gestão das contribuições dos interessados parecem indicar que o desejo dominante do Banco tem sido preservar sua participação no mercado. Este artigo demonstra (i) como as deficiências na política podem reverter o trabalho do Banco em governança e comprometer a eficiência da ajuda, e (ii) como sua condução das consultas públicas sobre a política ignorou as melhores práticas do Banco. Conclui com etapas para melhorar a política, incluindo a reabertura do diálogo com as partes interessadas chave.
Pallas et al. (Ter,) estudaram esta questão.