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Este estudo explorou a autoidentidade parental aos 6, 12 e 18 meses após a morte de uma criança por câncer. Entrevistas semi-estruturadas foram analisadas utilizando metodologia qualitativa. Dois padrões de autoidentidade parental emergiram: reintegração da identidade, caracterizada por 6 temas associados (por exemplo, reframing positivo, foco nas crianças sobreviventes); e desintegração da identidade, caracterizada por 7 temas associados (por exemplo, percepções negativas do apoio social, pensamentos e comportamentos autodestrutivos). Os padrões foram estáveis de 6 a 12 meses, mas uma mudança em direção à desintegração da identidade foi observada aos 18 meses. Esses achados sugerem a necessidade de apoiar o bem-estar dos pais enlutados além do primeiro ano após a morte.
O’Connor et al. (Sáb,) estudaram esta questão.
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