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O dano ao sistema nervoso periférico frequentemente leva à dor neuropática crônica caracterizada por dor espontânea e uma resposta exagerada a estímulos dolorosos e/ou inocuos. Essa condição de dor é extremamente debilitante e geralmente difícil de tratar. Embora as síndromes de dor inflamatória e neuropática sejam frequentemente consideradas entidades distintas, evidências emergentes contradizem essa dicotomia estrita. A inflamação é um fenômeno bem caracterizado, que envolve uma cascata de diferentes tipos de células imunes, como células mastocitárias, neutrófilos, macrófagos e linfócitos T. Além disso, essas células liberam numerosos compostos que contribuem para a dor. Evidências recentes sugerem que as células imunes desempenham um papel na dor neuropática na periferia. Nesta revisão, identificamos os diferentes tipos de células imunes que contribuem para a dor neuropática na periferia e liberam fatores que são cruciais nesta condição particular.
Thacker et al. (Sex,) estudaram essa questão.
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