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Este artigo aborda a questão da dependência excessiva de teorias que definem a enfermagem em termos de uma relação um a um, em detrimento de perspectivas teóricas que enfatizam o contexto social da saúde. Quando indivíduos são percebidos como o foco da ação de enfermagem, é provável que o enfermeiro proponha estratégias de intervenção destinadas a mudar os comportamentos do indivíduo ou modificar as percepções do indivíduo sobre o mundo. Quando os enfermeiros compreendem as influências sociais, políticas e econômicas que moldam a saúde de uma sociedade, é mais provável que reconheçam a ação social como um papel da enfermagem e trabalhem em nome das populações.
Patricia Butterfield (Mon,) estudou esta questão.