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Uma população de timócitos murinos adere especificamente à fibronectina, mas não à vitronectina, laminina ou colágeno tipo I. A interação desses timócitos com a fibronectina pode ser inibida pelo peptídeo sintético Gly-Arg-Gly-Asp-Ser-Pro, que compreende o determinante de adesão celular identificado anteriormente da molécula, sugerindo que o local de adesão celular na fibronectina é reconhecido por essas células. Um peptídeo semelhante, no qual o resíduo de aspartato foi substituído por glutamato, não teve efeito nessa adesão. Os timócitos aderentes à fibronectina foram encontrados como sensíveis à cortisona; para se ligarem à aglutinina de amendoim; para terem um fenótipo de superfície Thy-1.2+, Ia-; e para expressarem o antígeno H-2 apenas fracamente em sua superfície. Além disso, aproximadamente 80% das células aderentes à fibronectina expressaram L3T4 e 80% expressaram Ly-1 em sua superfície, enquanto mais de 95% foram positivas para Ly-2. Os dados sugerem que essas células, que constituem 10% de todos os linfócitos tímicos, são timócitos corticais. Propomos que sua adesão à fibronectina pode ser importante para sua diferenciação. A ligação à fibronectina fornece um meio para isolar seletivamente essas células para estudo.
Cardarelli et al. (Ter,) estudaram esta questão.