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Distúrbios do equilíbrio de neurotransmissores são observados na doença de Parkinson, psicoses farmacotóxicas e depressão. A relação dopamina-serotonina é reduzida para cerca de 20% em pacientes com Parkinson e farmacotóxicos no núcleo caudado e na substância negra. O conteúdo de serotonina nessas áreas do cérebro é reduzido para cerca de 50% em comparação ao controle, enquanto o nível de dopamina é reduzido em 85% nos pacientes com Parkinson. Essa deficiência de dopamina tem sido substituída pelo fornecimento exógeno de L-dopa em combinação com inibidores de descarboxilase e monoaminoxidase. Evidências iniciais são apresentadas de que a L-dopa pode ser substituída, pelo menos parcialmente, por ferro na forma de um complexo ferriascorbato. Este composto de ferro melhora os sintomas da doença de Parkinson quase na mesma extensão que a L-dopa.
Birkmayer et al. (Terça,) estudaram essa questão.