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O artigo comenta sobre a recente decisão da Corte Internacional de Justiça no caso de Genocídio e discute várias questões que surgem a partir disso. Primeiro, explica brevemente as várias restrições sob as quais a Corte teve que operar ao decidir este caso, notavelmente sua jurisdição limitada, a definição legal muito rigorosa de genocídio e as estratégias de litígio das duas partes. O artigo então se volta para examinar duas questões específicas que a Corte não abordou de maneira totalmente satisfatória, nomeadamente a questão da responsabilidade da Sérvia pelos atos do grupo paramilitar Escorpiões, bem como a recusa da Corte em pedir à Sérvia para produzir certos documentos militares confidenciais. A análise da Corte sobre a responsabilidade do estado pela cumplicidade no genocídio e a responsabilidade do estado por falhar em prevenir o genocídio é então abordada. O artigo finalmente critica o raciocínio da Corte quando se trata de reparação e remédios.
Marko Milanović (Sat,) estudou essa questão.