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Nós aceitamos as reputações como garantidas. Acreditar nas naturezas boas e más de nossos ancestrais notórios ou ilustres faz parte do nosso patrimônio nacional compartilhado. No entanto, somos em grande parte ignorantes sobre como essas reputações surgiram, quem foi fundamental na sua criação e por quê. Consideramos ainda menos como vilões, assim como heróis, ajudaram nossa sociedade a definir seus valores. Apresentando ensaios sobre o traidor mais odiado da América, seu pior presidente e sua ingênua literária mais controversa (Benedict Arnold, Warren G. Harding e Lolita), entre outros, o sociólogo Gary Alan Fine analisa reputações negativas, contestadas e subculturais. Este volume oferece oito estudos de caso históricos convincentes, bem como uma introdução teórica situando os papéis complexos na cultura e na história que as reputações negativas desempenham. Ao argumentar a necessidade de entender as condições reais que levam a interpretações propostas, assim como a forma como as reputações são dotadas de significado ao longo do tempo, este livro marca uma importante contribuição para as sociologias da cultura e do conhecimento.
Luckenbill et al. (Sun,) estudaram essa questão.