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Este artigo apresenta os resultados da primeira fase de um estudo longitudinal qualitativo baseado em uma coorte de 50 jogadores. O estudo geral é projetado para explorar o desenvolvimento de ‘carreiras de jogo’. Dentro dele, esta primeira fase de análise examina as maneiras como os indivíduos começam a jogar, focando no papel das relações sociais e do contexto ambiental nesse processo. Baseando-se em teorias de aprendizagem social e capital cultural, argumentamos que o jogo é um comportamento fundamentalmente social que está inserido em configurações ambientais e culturais específicas. Nossos resultados revelam a importância das redes sociais, como família, amigos e colegas, bem como do ambiente geográfico-cultural, classe social, idade e gênero, na iniciação do comportamento de jogo. Eles também sugerem que aqueles que começam a jogar em uma idade precoce dentro de redes familiares têm mais chances de desenvolver problemas do que aqueles que começam mais tarde, entre amigos e colegas. No entanto, advertimos contra interpretações simplistas, uma vez que uma variedade de fatores sociais interdependentes interage de maneiras complexas aqui.
Reith et al. (Mon,) estudaram esta questão.