Key points are not available for this paper at this time.
Em uma crítica de capa do Washington Post Book World, John Judis escreveu: Analistas políticos têm analisado pesquisas de saída e votos em nível de distrito para avaliar o significado da eleição do último novembro, mas provavelmente seria melhor se ocupassem seu tempo lendo o livro do falecido Christopher Lasch. E na National Review, Robert Bork afirma que A Revolta das Elite varia de maneira provocativa e perspicaz. A controvérsia tem girado em torno do ataque direcionado de Lasch às elites, sua perda de valores morais e seu abandono da classe média e dos pobres, pois ele estabelece os meios de comunicação e as instituições educacionais como uma grande fonte do problema. Nesta obra vibrante, Lasch clama por um retorno à comunidade, escolas que ensinam história e não autoestima, e um retorno à moralidade e até mesmo aos ensinamentos da religião. Ele faz isso de maneira apolítica, recorrendo às lições da história americana e castigando aqueles que estão no poder pela crescente disparidade entre as classes econômicas, o que criou uma crise na sociedade americana. A Revolta das Elite e a Traição da Democracia é um comentário social cativante.
Burris et al. (Qua,) estudaram essa questão.