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Objetivo O objetivo deste artigo é entender como a COVID-19 pode alterar os níveis de vulnerabilidade das pessoas idosas e como isso pode mudar seu potencial para vitimização por fraude. O foco está particularmente no uso pelo governo de isolamento, restrições de atividades e distanciamento físico para combater o vírus. Design/metodologia/abordagem Na ausência de estatísticas, este artigo examina o que é conhecido atualmente sobre pessoas idosas e fraude, bem como o conhecimento recente sobre fraude relacionada à COVID-19. Com base nisso, o artigo hipotetiza as mudanças concebíveis na vulnerabilidade que potencialmente expõem as pessoas idosas à fraude. Resultados Este artigo argumenta que a COVID-19 não trouxe novas abordagens fraudulentas; em vez disso, os infratores utilizaram a COVID-19 como um contexto para seus esquemas existentes. Além disso, a resposta atual à COVID-19 pode aumentar substancialmente o número de pessoas idosas experimentando níveis de vulnerabilidade e, portanto, aumentar seu risco de fraude. Limitações/implicações da pesquisa O artigo atual aplica o conhecimento existente às circunstâncias atuais da COVID-19 e estabelece as bases para trabalhos empíricos a serem realizados nesta área. Implicações práticas Este artigo fornece um impulso para direcionar o bem-estar e a conectividade das pessoas idosas (independentemente do contexto da COVID-19), a fim de reduzir sua vulnerabilidade à vitimização por fraude. Implicações sociais Este artigo destaca a importância da conectividade para as pessoas idosas e a necessidade de focar em superar o isolamento social e a solidão. Originalidade/valor Este artigo é o primeiro a hipotetizar os efeitos da COVID-19 e suas respostas governamentais associadas à vulnerabilidade geral das pessoas idosas, com foco no potencial para vitimização por fraude.
Cassandra Cross (Qui,) estudou essa questão.