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O objetivo deste estudo é identificar e destacar os impactos ambientais indiretos positivos e negativos da COVID-19, com um foco particular nas economias mais afetadas (EUA, China, Espanha e Itália). Nesse sentido, as dimensões empíricas e teóricas dos conteúdos desses impactos são analisadas. Os resultados da pesquisa revelam uma relação significativa entre ações de contingência e impactos indiretos positivos, como melhorias na qualidade do ar, praias limpas e a diminuição do ruído ambiental. Além disso, também existem impactos indiretos negativos, como o aumento do nível de resíduos e a redução da reciclagem, ameaçando ainda mais os espaços físicos (terra e água), além do ar. Espera-se que os negócios globais se revivam em um futuro próximo (embora lentamente), mas a redução nas emissões de gases de efeito estufa durante esse curto período de tempo não é uma forma sustentável de mitigação ambiental. Assim, políticas de mitigação de longo prazo devem ser reforçadas para lidar com a deterioração indesejável do meio ambiente. Os resultados da pesquisa fornecem uma visão atualizada da pandemia sob as perspectivas dos impactos ambientais indiretos atuais e futuros e da situação pós-pandemia. Finalmente, sugere-se inventar e preparar planos de ação para induzir um futuro econômico e ambiental sustentável no cenário mundial pós-pandemia.
Irfan et al. (Fri,) estudaram essa questão.
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