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Este artigo resolve o problema de equilíbrio em uma economia de troca pura em tempo contínuo, na qual alguns agentes enfrentam custos de informação ou outros tipos de fricções, efetivamente impedindo-os de investir no mercado de ações. Sob a suposição de que os agentes restritos possuem utilidades logarítmicas, uma caracterização completa dos preços de equilíbrio e das políticas de consumo/investimento é fornecida. Uma calibração simples demonstra que o modelo pode ajudar a resolver alguns dos enigmas empíricos da precificação de ativos. Está bem documentado que, mesmo em mercados de capitais bem desenvolvidos, uma grande fração dos lares não participa do mercado de ações. Por exemplo, Mankiw e Zeldes (1991) relatam que 72,4% dos lares em uma amostra representativa do Estudo de Dinâmica da Renda de 1984 não possuíam ações. Esses lares geraram 62% da renda disponível agregada e representaram 68% do total. Agradecemos a Steve Shreve por várias conversas sobre este tema e Kerry.
Basak et al. (Quarta-feira) estudaram esta questão.