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Os sujeitos ajustaram a frequência de um trem de pulsos periódicos para corresponder ao tom de outro trem fixo em frequência. Dois modos de percepção de altura são encontrados. No primeiro modo, para taxas de pulso inferiores a 100 pps, os trens de pulso são atribuídos a um tom igual ao número de pulsos por segundo, independentemente do padrão de polaridade dos pulsos. No segundo modo, para frequências fundamentais superiores a 200 cps, os sons são atribuídos a um tom igual à frequência fundamental. Entre essas regiões de frequência, ocorre uma transição de modo em que os julgamentos de altura geralmente caem entre os valores de taxa de pulso e frequência fundamental. Espectros de amplitude e fase são computados para os estímulos. Os estímulos são estudados em um análogo elétrico da membrana basilar. As formas de onda de deslocamento da membrana e a primeira derivada espacial do deslocamento são obtidas do análogo. Um esforço é feito para correlacionar os resultados psicofísicos com os padrões de deslocamento e derivada observados na membrana análoga. Os dois modos de altura são encontrados manifestados na operação mecânica da cóclea.
Flanagan et al. (Sat,) estudaram esta questão.