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Este artigo considera a complexidade narrativa do processo de contar–ouvir que se desenrola em entrevistas qualitativas nas ciências do esporte e do exercício. Reconhecendo a complexidade narrativa da memória em si, critica a talvez implícita suposição na mente de muitos pesquisadores de que as respostas dos entrevistados às perguntas dos entrevistadores devem ser consideradas como 'a verdade' de uma maneira simples e direta. Da mesma forma, conclui argumentando que a verdade é, em última análise, um problema tão complicado na pesquisa quantitativa quanto é na pesquisa qualitativa, apenas problemático de uma maneira diferente.
Randall et al. (Sex,) estudaram esta questão.