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Este artigo discute os currículos de educação infantil da Noruega, Suécia, Japão e Nova Zelândia em termos de se eles recomendam ou sugerem que os professores unam o brincar e a pedagogia, empregando uma pedagogia do brincar. Esses países foram selecionados porque, apesar de terem a obrigação de garantir o direito das crianças ao brincar, eles cobrem diferentes partes geográficas e culturais do mundo – Europa, Ásia e Oceania. Seus currículos foram examinados porque podem influenciar os professores a favor ou contra a adoção de uma pedagogia do brincar, uma vez que expressam as expectativas oficiais do estado em relação ao brincar e à aprendizagem das crianças pequenas. A análise documental indica que o Japão foca apenas no brincar iniciado pela criança e direcionado pelo professor, o que não implica em uma pedagogia do brincar. Na Noruega e na Nova Zelândia, há evidências de quase todos os aspectos de uma pedagogia do brincar, que não é recomendada para toda aprendizagem, enquanto o currículo sueco recomenda uma pedagogia do brincar.
Evanthia Synodi (Qua,) estudou essa questão.