Key points are not available for this paper at this time.
Estudos anteriores mostraram que há uma diferença entre a emoção reconhecida e a induzida na audição de música. Neste estudo, a empatia é testada como um possível moderador entre reconhecimento e indução, ou seja, por conta própria, moderada por avaliações de preferência musical e outras características individuais e situacionais. A preferência também foi testada para determinar se tinha um efeito nas medidas de emoção independentemente da expressão emocional. Um experimento online coletou, de 3.164 ouvintes de música, avaliações de emoção, empatia e preferência em um desenho entre sujeitos incorporado em um teste de personalidade musical. Os estímulos foram uma amostra de 23 trechos musicais (cada um com 30 segundos de duração, cinco aleatoriamente atribuídos a cada participante) de vários estilos musicais escolhidos para representar diferentes emoções e preferências. Ouvintes na condição de avaliação de reconhecimento avaliaram medidas de valência e excitação de maneira significativamente diferente em comparação com ouvintes na condição de avaliação das emoções sentidas. As avaliações de empatia mostraram modular essa relação: quando a empatia estava presente, a diferença entre os dois tipos de avaliação foi reduzida. Além disso, confirmamos a preferência como um dos principais preditores das avaliações de empatia. O contágio emocional foi testado e confirmado como um efeito direto adicional da expressão emocional sobre as emoções induzidas. Este estudo está entre os primeiros a testar explicitamente a empatia e o contágio emocional durante a audição de música, ajudando a explicar a resposta emocional frequentemente relatada à música na vida cotidiana.
Egermann et al. (Sáb,) estudaram essa questão.