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RESUMO Este artigo discute como os museus se relacionam com seus visitantes. Ele introduz três categorias interpretativas para resumir as maneiras como os museus veem seus visitantes: como Estranhos, Convidados ou Clientes. Estranhos: Essa atitude surge quando o museu mantém que sua responsabilidade primária é com a coleção e não com o público. Convidados: Nesse ponto de vista, o museu quer “fazer o bem” para os visitantes principalmente por meio de atividades “educativas”. Clientes: Nessa atitude, o museu acredita que sua responsabilidade primária é ser responsável perante o visitante. Este artigo sugere que tendências sociais irão forçar os museus a tratar os visitantes como clientes. As instituições então reconhecerão que os visitantes têm necessidades, expectativas e desejos que o museu é obrigado a entender e atender. Também são discutidas quatro categorias principais de experiências que os indivíduos acham mais satisfatórias em museus: (1) Experiências sociais que envolvem uma ou mais outras pessoas, além do visitante; (2) Experiências com objetos que dão destaque ao artefato ou à “coisa real”; (3) Experiências cognitivas que enfatizam os aspectos interpretativos ou intelectuais da experiência; e (4) Experiências introspectivas que se concentram nas reflexões pessoais do visitante, geralmente desencadeadas por um objeto ou um cenário no museu. As categorias são baseadas em pesquisa empírica conduzida em diferentes museus Smithsonian. O artigo conclui com uma breve discussão sobre os ambientes dos museus, ou “serviçoscapes”, que apoiam ou prejudicam as experiências dos visitantes.
Zahava D. Doering (qui,) estudou esta questão.
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