Em 2004, o sociólogo Frank Furedi publicou uma monografia bem recebida intitulada Para onde foram todos os intelectuais? É uma questão que tem sido feita repetidamente na Grã-Bretanha por mais de um século, mas que, após a publicação do livro de Collini, não deveria ser feita novamente. Sua resposta é que os intelectuais — assim como os pobres — estão sempre conosco. Assim como também estão os dissidentes que lamentam a ausência de uma intelligentsia indígena, mas que, em um paradoxo pungente, são eles mesmos exemplos da classe intelectual que identificaram como ausente. O que Collini chama de ‘teses da ausência’ é um mito, e um que ele se deleita em examinar e desmontar forensicamente. Seu objetivo, como o leitor é avisado em uma Introdução sem desculpas, não é escrever uma história abrangente, muito menos uma pesquisa, sobre intelectuais na sociedade britânica. É, antes, examinar ‘a questão dos intelectuais’. Esta é uma distinção importante,...
D. Stack (Sex,) estudou essa questão.