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O registro histórico das sociedades industriais documenta as amplas consequências dos tempos econômicos difíceis para as famílias e crianças, incluindo maiores riscos de colapso conjugal, abuso infantil e negligência (Eckenrode Wilson, 1987). Assim como as famílias da cidade interior durante as eras de depressão com renda em queda e dificuldades crescentes (Elder, 1974), essas famílias enfrentam necessidades agudas com opções limitadas. Quais são as consequências desse nível crescente de pressão econômica para a parentalidade entre as famílias da cidade interior? Duas abordagens complementares são relevantes para a investigação dessa questão. Uma abordagem rastreia o efeito de mudanças macro, sociodemográficas e econômicas nas famílias através de seu impacto nas características dos bairros onde as famílias e crianças residem (Brooks-Gunn, Duncan, Klebanov, Furstenberg, 1993; Walker (veja Jessor, 1993), desenvolveu instrumentos de pesquisa para investigar variações na parentalidade entre os bairros da cidade interior. Esses instrumentos foram então administrados a uma amostra de quase 500 famílias da Filadélfia com status de classe média baixa a classe baixa com um jovem adolescente (idades de 11 a 15) na casa. Neste estudo, testamos as hipóteses (a) de que o sofrimento emocional dos pais representa uma ponte importante entre as dificuldades econômicas familiares e a ineficácia parental em crenças e ações, (b) de que o processo varia conforme a estrutura familiar e o apoio social emocional, e (c) de que pais com um senso de eficácia tendem a se envolver em estratégias familiares que promovem oportunidades de desenvolvimento e minimizam riscos. O sofrimento emocional se refere a uma variedade de estados subjetivos desconfortáveis, desde formas de mal-estar até ansiedade e afeto deprimido (Mirowsky & Ross, 1989). …
Elder et al. (Terça,) estudaram essa questão.