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Usando quatro anos de dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios, este estudo examina o efeito do país de origem em dois tipos de incorporação política entre imigrantes – cidadania e votação – no contemporâneo Estados Unidos. Os resultados mostram que o país de origem é um preditor estatisticamente significativo da aquisição de cidadania para nove dos dez grupos de imigrantes e para a participação eleitoral de cinco dos dez grupos, após controle por renda, educação, tempo de residência nos Estados Unidos e outras características demográficas. As constatações também sugerem que o país de origem é tão importante quanto à forma como interage com outras características-chave, como educação e renda, quanto à influência independente que exerce sobre esses dois processos políticos. Para imigrantes da maioria dos países analisados, níveis mais baixos de educação e renda desestimulam a aquisição de cidadania. Uma exceção é encontrada entre britânicos, para os quais níveis mais baixos de renda incentivam a naturalização. No processo de votação, níveis mais altos de educação incentivam a participação eleitoral para a maioria dos grupos de imigrantes. Embora o país de origem tenha um efeito maior na naturalização do que na votação, impacta significativamente ambos os tipos de incorporação política. Os efeitos diferentes do país de origem e outros fatores demográficos na naturalização e na votação, respectivamente, sugerem que os dois processos são distintos entre si.
Catherine Simpson Bueker (Ter,) estudou esta questão.