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Atualmente, estamos vivenciando uma epidemia de doenças cardiorrenais caracterizada pelo aumento das taxas de obesidade, hipertensão, síndrome metabólica, diabetes tipo 2 e doenças renais. Embora a ingestão calórica excessiva e a inatividade física sejam fatores importantes que impulsionam a epidemia de obesidade, é importante considerar mecanismos adicionais. Revisitamos uma antiga hipótese de que o açúcar, particularmente a ingestão excessiva de frutose, desempenha um papel crítico na epidemia de doenças cardiorrenais. Também apresentamos evidências de que a capacidade única da frutose de induzir um aumento no ácido úrico pode ser um dos principais mecanismos pelos quais a frutose pode causar doenças cardiorrenais. Finalmente, sugerimos que altas ingestões de frutose em afro-americanos podem explicar sua maior predisposição a desenvolver doenças cardiorrenais, e fornecemos uma lista de previsões testáveis para avaliar essa hipótese.
Johnson et al. (Mon,) estudaram essa questão.