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meses, o trabalho sendo continuado por um tempo suficiente para obter um registro de doenças durante doze meses consecutivos. Considerando todas as doenças (desabilitantes e não desabilitantes) relatadas nessas pesquisas periódicas, a menor incidência de doenças ocorreu entre 15-24 anos, com uma taxa anual de 629 casos por 1.000 pessoas. Este número pode ser comparado a 1.912 para crianças e bebês (menos de 5 anos), 845 para as idades escolares (5-14 anos), 797 para as idades adultas (25-44 anos), 785 para pessoas de meia-idade (45-64 anos), e 979 para pessoas acima de 65 anos. Se os dados forem limitados a doenças desabilitantes, ou seja, aquelas que causam incapacidade para trabalhar, frequentar a escola ou realizar outras atividades habituais, a juventude ainda apresenta as taxas mais baixas. Da mesma forma, as taxas para casos que levam o paciente a ficar na cama por um ou mais dias são mais baixas na juventude do que em outras idades. Os dados citados acima são taxas de casos; ou seja, são baseados em uma contagem de casos de vários tipos. Um tipo completamente diferente de taxa pode ser estabelecido ao computar o número de dias perdidos de escola ou trabalho ou o número de
Selwyn D. Collins (Mon,) estudou essa questão.