Key points are not available for this paper at this time.
OBJETIVO: Abordar altas taxas de inatividade e doenças crônicas relacionadas entre mulheres afro-americanas. MATERIAIS E MÉTODOS: Foram conduzidos onze grupos focais sobre barreiras à atividade física para mulheres afro-americanas no sul profundo (EUA) (n = 56). As opiniões orientaram um processo de desenvolvimento de intervenção. A intervenção resultante, Impressão de Atividade Física Personalizada em Casa, foi testada com a população-alvo em um ensaio de demonstração de 1 mês, com braço único, pré-pós teste (n = 10). RESULTADOS: A retenção foi alta (90%). Análises por intenção de tratar indicaram aumentos na prontidão motivacional para a atividade física (70% da amostra) e na atividade física (Recordatório de Atividade Física de 7 dias) da linha de base (média: 89,5 min/semana, desvio padrão: 61,17) para 1 mês (média: 155 min/semana, desvio padrão: 100,86). Também foram encontradas pequenas melhorias na aptidão física (Teste de Caminhada de 6 Minutos), peso e medidas de processos psicossociais. CONCLUSÃO: Os achados preliminares mostram potencial e chamam a necessidade de futuros ensaios clínicos randomizados com amostras maiores para determinar a eficácia. Essas abordagens de baixo custo e alto alcance para promover a atividade física têm grande potencial para abordar disparidades de saúde e beneficiar a saúde pública.
Pekmezi et al. (Quarta-feira,) estudaram essa questão.
Synapse has enriched 5 closely related papers on similar clinical questions. Consider them for comparative context: