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OBJETIVO DO ESTUDO: Avaliar o impacto das intervenções de farmacêuticos clínicos, incluindo a gestão da terapia medicamentosa, em desfechos relevantes para o diabetes mellitus. DESENHO: Revisão retrospectiva de prontuários. LOCAL: Prática ambulatorial, de grupo de médicos multidisciplinar em um ambiente de cuidados gerenciados na periferia de Chicago, Illinois. PACIENTES: Trezentos e dezesseis pacientes com 18 anos ou mais, com diagnóstico de diabetes mellitus (89% com tipo 2), que foram encaminhados a um serviço de farmácia clínica. INTERVENÇÃO: Gestão da terapia medicamentosa e serviço de educação fornecido por um farmacêutico clínico. MEDIDAS E PRINCIPAIS RESULTADOS: Dados foram coletados para hemoglobina glicolizada A(1c) (A1C), pressão arterial e concentrações de colesterol de lipoproteína de baixa densidade (LDL), colesterol de lipoproteína de alta densidade (HDL) e triglicerídeos. Dados também foram coletados sobre a adesão dos pacientes às diretrizes da American Diabetes Association para cuidados preventivos, incluindo exames oculares e de pés anuais, vacinas contra a gripe e uso diário de aspirina, tanto na linha de base quanto no acompanhamento. A redução média +/- DP da A1C foi de 1,4% +/- 1,94% (p < 0,05), e a pressão arterial (< 130/80 mm Hg) não aumentou significativamente em relação à linha de base, enquanto aqueles que alcançaram a meta de nível de triglicerídeos (< 150 mg/dl) aumentaram de 36% para 55% (p<0,005). A frequência de exames de fundo de olho dilatados anuais e exames de pés com monofilamento aumentou em 29% (p<0,05) e 12,5% (p<0,05), respectivamente. O uso diário de aspirina aumentou de 35% para 59% (p<0,05). CONCLUSÃO: Melhoria clínica significativa ocorreu em pacientes encaminhados ao farmacêutico em um programa de gestão da terapia medicamentosa do diabetes.
Amie D. McCord (Qua,) estudou esta questão.
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