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O aumento de contextos de ensino diversificados levou pesquisadores a investigar os potenciais da telecolaboração em ambientes de aprendizagem multicultural. Embora haja abundância de estudos sobre telecolaboração, a melhoria da consciência intercultural através de um modelo teórico geralmente é pouco investigada. Baseando-se nos modelos de competência intercultural co-orientacional de Byram (1997) e os modelos de competência intercultural desenvolvimentista de Bennett (1993), este estudo pretende elevar a competência intercultural crítica entre 50 professores de inglês em pré-serviço através da telecolaboração com cinco membros do corpo docente de diversos países europeus. Dependendo de dados gerados por modos de entrega (a)síncronos em uma intervenção de oito semanas, o desenvolvimento intercultural dos participantes foi medido por métodos quantitativos e qualitativos. Os resultados sugerem que a telecolaboração teve um impacto significativo no desenvolvimento intercultural crítico dos aprendizes. Em particular, a interação com diferentes perspectivas culturais desmantelou preconceitos e estereótipos, como evidenciado por sua 1) consciência da diversidade, 2) postura cultural pragmática, 3) conflito intercultural latente e 4) desigualdade de gênero oprimida. Este estudo revela que a telecolaboração é um meio viável para aumentar a conscientização cultural crítica de professores em pré-serviço e reduzir preconceitos em contextos de aprendizagem multicultural.
Ömer Eren (qua,) estudou esta questão.