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Esta edição deve sua publicação ao sucesso da primeira edição em 1985. Os colaboradores tentaram pesar suas conclusões anteriores com a experiência de desenvolvimento acumulada durante a segunda metade da década de 1980. Seus capítulos buscam capturar as novas tendências emergentes no pensamento e na prática de desenvolvimento que provavelmente caracterizarão os anos 90. Esta edição destaca as questões relacionadas a: a) gestão de recursos naturais (particularmente água, florestas e pescas); b) as implicações ambientais dos programas de desenvolvimento; e c) o desenvolvimento do capital humano por meio de investimentos na formação de organizações de base e promoção da participação. Os colaboradores também chamam a atenção para certas consequências adversas do desenvolvimento, como o risco de maior empobrecimento de alguns grupos marginais, o deslocamento forçado e reassentamento involuntário de populações, e a deterioração e dissipação de ativos geradores de renda de propriedade comum. Todos os autores estão preocupados em entender as condições para a sustentabilidade a longo prazo dos investimentos em desenvolvimento. Finalmente, a edição analisa casos específicos em que a difícil transição do conhecimento em ciências sociais para a formulação de princípios de política e procedimentos de planejamento industrial foi realizada com sucesso. Esta edição fortalece o argumento de que a análise sociológica traz um incremento de precisão profissional ao pensamento e à prática do desenvolvimento induzido.
Schulman et al. (Sun,) estudaram esta questão.