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Este artigo analisa características específicas da regra pré-moderna na Europa central medieval. A partir da análise, fica claro que, embora a noção de monarquia implique um único governante (mon-archia), na prática política, os reis e governantes do Sacro Império Romano tinham que chegar a um acordo com as elites e nobres. Portanto, o famoso modelo desenvolvido por Max Weber sobre os três tipos de regra legítima: legal, tradicional e carismática, não conseguem abarcar a alteridade e a pluralidade da política na Idade Média. Aqui, o conceito de regra consensual é conceptualizado através do uso de estudos de caso adicionais. Esses estudos de caso capturam de forma mais apropriada o processo de tomada de decisão fluido na Idade Média por meio de negociações contínuas. Assim, os reis e imperadores estão claramente integrados na estrutura das oligarquias pré-modernas e, portanto, oferecem um contra-esboço à doutrina do direito divino.
Bernd Schneidmüller (Ter,) estudou essa questão.
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