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Para comparar a ocorrência de resistência antimicrobiana em hospitais com a da comunidade, analisamos dados de isolados coletados de pacientes internados e ambulatoriais em oito hospitais dos EUA. O percentual de isolados resistentes de pacientes internados foi maior do que o de pacientes ambulatoriais para as seguintes combinações de antimicrobianos e organismos: meticilina/Staphylococcus coagulase-negativo (49,0% vs. 36,0%, respectivamente; P < .01); meticilina/Staphylococcus aureus (33,0% vs. 14,5%, respectivamente; P < .01); ceftazidima/Enterobacter cloacae (26,0% vs. 12,0%, respectivamente; P < .01); imipenem/Pseudomonas aeruginosa (12,0% vs. 6,5%, respectivamente; P < .01); ceftazidima/P. aeruginosa (7,8% vs. 4,0%, respectivamente; P < .01); e vancomicina/especies de Enterococcus (6,3% vs. 1,4%, respectivamente; P < .01). Houve uma diminuição significativa e em etapas no percentual de organismos resistentes isolados de pacientes na unidade de terapia intensiva (UTI), pacientes internados não na UTI, e ambulatoriais. Esses resultados sugerem que os recursos alocados para controlar a resistência antimicrobiana devem continuar focados no hospital, particularmente na UTI.
Archibald et al. (Sat,) estudaram essa questão.
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