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Um modelo de identidade acessível (AIM) de raciocínio sobre justiça é introduzido para explicar quando as pessoas se preocupam com justiça e como definem o que é justo ou injusto uma vez que as preocupações com justiça são ativadas. Este modelo tem duas proposições principais: (a) As pessoas estão mais propensas a pensar sobre justiça e equidade quando valores e metas relevantes para si mesmos estão altamente acessíveis ou ativados, e (b) como as pessoas definem equidade depende de qual aspecto do eu (ou seja, material, social, ou pessoal e moral) domina o conceito de si que está funcionando. Uma revisão da literatura indica que este modelo geral fornece uma explicação integrativa sobre quando e como as pessoas se preocupam tanto com a justiça processual quanto com a distributiva, e fornece uma explicação coerente para efeitos e resultados conhecidos que antes eram considerados anomalias. Finalmente, o modelo gera hipóteses novas sobre como a ameaça à identidade pode levar a percepções motivadas de equidade ou injustiça.
Linda J. Skitka (Sáb,) estudou esta questão.