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As universidades continuam sendo as organizações mais importantes envolvidas no desenvolvimento do conhecimento e na提供ção de meios para a mobilidade social. No entanto, elas enfrentam desafios de novos provedores facilitados por novas tecnologias. Aqui, propomos uma análise de três desafios às compreensões estabelecidas da educação superior: Digitalização, Commodificação e Precariedade. Cada um deles procede por meio de reivindicações para perturbar hierarquias estabelecidas, representando o sistema universitário existente como uma forma de cartel que incorpora os interesses dos ‘produtores’ de conhecimento contra aqueles dos ‘consumidores’ de conhecimento, ou do público mais amplo que o financia. Dessa forma, uma ideia particular de universidade como um ‘conjunto de funções’ é desafiada, com essas funções desagregadas e tratadas separadamente como problemas para solução técnica. O que está em jogo, sugerimos, é tanto social quanto epistêmico. Social no sentido de que a universidade é redirecionada de servir ao bem público (incluindo concepções de benefício econômico) para servir ao mercado, incluindo o de investidores alunos em seu capital humano; epistêmico no sentido de que as condições de produção do conhecimento são dramaticamente transformadas.
Holmwood et al. (qui,) estudaram esta questão.