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Camundongos com falta do gene que codifica poli(ADP-ribosil) transferase (PARP ou ADPRT) não apresentam anomalias fenotípicas, embora camundongos envelhecidos sejam suscetíveis à hiperplasia epidérmica e obesidade em um fundo genético misto. Enquanto fibroblastos embrionários sem PARP exibem reparo normal de excisão de DNA, eles crescem mais lentamente in vitro. Aqui investigamos os possíveis papéis do PARP na proliferação celular, morte celular, radiosensibilidade e recombinação de DNA, assim como na estabilidade cromossômica. Mostramos que a deficiência de proliferação in vitro e in vivo é mais provavelmente causada por uma resposta hipersensível ao estresse ambiental. Embora o PARP seja especificamente clivado durante a apoptose, células que não possuem esta molécula apoptotaram normalmente em resposta ao tratamento com anti-Fas, fator de necrose tumoral alfa, radiação gama e dexametasona, indicando que o PARP é dispensável na apoptose e que os timócitos PARP-/- não são hipersensíveis à radiação ionizante. Além disso, a capacidade de células mutantes de realizar troca de classe de imunoglobulina e recombinação V(D)J é normal. Finalmente, fibroblastos mutantes primários de PARP e esplenócitos exibiram uma frequência elevada de trocas espontâneas de cromátides irmãs e formação elevada de micronúcleos após tratamento com agentes genotóxicos, estabelecendo um papel importante para o PARP na manutenção da integridade genômica.
Wang et al. (Mon,) estudaram essa questão.