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A adição de novas empresas à economia há muito é considerada essencial para o crescimento econômico. O processo de criação de empreendimentos no setor privado foi amplamente pesquisado e frequentemente modelado, embora poucos modelos expliquem o processo de criação de empreendimentos sem fins lucrativos. Os empreendimentos sociais sem fins lucrativos buscam objetivos econômicos, sociais ou ambientais, gerando pelo menos parte de sua receita por meio de comércio. Eles preenchem lacunas de mercado entre a iniciativa privada e a provisão do setor público e, cada vez mais, os formuladores de políticas os consideram agentes valiosos na regeneração e renovação social, econômica e ambiental. Este artigo apresenta resultados de um estudo qualitativo sobre a criação de cinco empreendimentos sociais sem fins lucrativos liderados pela comunidade, produzindo um modelo das etapas de criação de empreendimentos: (1) identificação de oportunidade, (2) articulação da ideia, (3) apropriação da ideia, (4) mobilização de partes interessadas, (5) exploração de oportunidade e (6) reflexão das partes interessadas. Uma rede de apoio formal e uma rede de apoio sob medida também fazem parte do modelo, contribuindo com recursos para o novo empreendimento e assistindo na progressão através das etapas. O modelo destaca a aquisição de recursos e a criação de redes que precedem a criação formal do empreendimento. No setor sem fins lucrativos, essas atividades são realizadas por voluntários que não têm interesse controlador no novo empreendimento. Para os profissionais, o modelo identifica etapas críticas no processo de criação de empreendimentos sociais liderados pela comunidade e duas áreas onde a assistência é mais necessária: apoio empresarial pré-empreendimento e pós-criação de redes eficazes.
Helen Haugh (qui,) estudou essa questão.
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