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Resumo Através de uma investigação netnográfica, exploramos a prática do zoomorfismo por um grupo de ‘antroformos’ – Furries. Identificamos três narrativas interconectadas (fuga, cura e poder) que membros da subcultura Furry usam para entender o mundo. Ao explorar essas narrativas, identificamos por que esses consumidores são atraídos pelo zoomorfismo como um meio de autoautenticação. Construindo sobre isso, também identificamos duas formas (construindo um traje de pelúcia e engajando em comportamentos animalescos ritualizados) pelos quais os Furries reforçam seu status comunitário através de performances autoritárias que envolvem ‘entregar-se ao espírito animal’. Até onde sabemos, este estudo representa o primeiro exame da cultura do consumidor Furry, e contribui para nossa compreensão das relações humanas–animais através de insights sobre antropomorfismo, zoomorfismo e o eu estendido. Especificamente, identificamos que os Furries se baseiam em um espírito animal antropomorfizado para curar sentimentos de desconexão com o mundo pós-moderno. Em contraste com estudos sobre antropomorfismo, os consumidores se baseiam em espíritos animais para definir seu sentido interno de eu e operar de forma mais eficaz dentro do mundo.
Healy et al. (Ter,) estudaram essa questão.
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