Key points are not available for this paper at this time.
Este artigo reanalisa dados do estudo clássico de Glueck sobre 500 delinquentes e 500 não delinquentes criados em bairros de baixa renda do centro de Boston. Baseando-se em uma teoria geral de controle social informal, propomos uma hipótese em 2 etapas que liga estrutura e processo: a pobreza familiar inibe os processos familiares de controle social informal, aumentando assim a probabilidade de delinquência juvenil. Os resultados apoiam a teoria ao mostrar que (1) disciplina errática, ameaçadora e severa, (2) baixa supervisão e (3) apego fraco entre pais e filhos median os efeitos da pobreza e outros fatores estruturais sobre a delinquência. Também abordamos o potencial papel confundidor da disposição parental e infantil. Embora crianças difíceis que apresentam tendências antissociais precoces realmente perturbem a gestão familiar, assim como pais antissociais e instáveis, os processos mediadores de controle social informal ainda explicam uma grande parte da variância na delinquência adolescente. No geral, os resultados destacam os efeitos indiretos de contextos estruturais como a pobreza familiar na delinquência adolescente dentro de populações desfavorecidas. Notamos implicações para os debates atuais sobre raça, crime e a "classe marginal" na América urbana.
Sampson et al. (Sex,) estudaram essa questão.
Synapse has enriched 5 closely related papers on similar clinical questions. Consider them for comparative context: