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Este estudo foi baseado em uma amostra de 139 funcionários. Os resultados apoiam a hipótese de que a personalidade proativa (PAP) prevê positivamente as percepções de trabalho (percepção de justiça processual, suporte percebido do supervisor e integração social) e os resultados de trabalho (satisfação no trabalho, compromisso organizacional afetivo e desempenho no trabalho) entre indivíduos com alta eficácia de julgamento situacional (SJE), mas negativamente entre aqueles com baixa SJE. As descobertas sobre os efeitos da interação desordinal SJE = PAP mostram que altos níveis de PAP podem ser adaptativos ou mal-adaptativos, dependendo do nível de SJE do indivíduo, e essas descobertas alertam contra interpretações diretas de associações bivariadas entre PAP e critérios relevantes para o trabalho. As limitações e implicações do estudo, bem como as direções de pesquisa futura sobre o estudo de PAP e julgamento situacional, são discutidas.
David Chan (Qua,) estudou essa questão.