Key points are not available for this paper at this time.
Este artigo é o quarto de uma série publicada por este jornal sobre a relevância do debate entre pós-modernismo e modernismo nos estudos organizacionais. Começa com uma breve prefácio no qual alguns desenvolvimentos recentes na área são colocados em contexto e depois analisa o trabalho de Jürgen Habermas. Como um 'modernista crítico', suas ideias têm uma saliência para todos aqueles interessados em defender a teoria organizacional da acusação de que nossa disciplina não oferece meios de prevenir nosso envolvimento no próximo Holocausto. Se Habermas é o 'último modernista', então pode ser que ele represente uma última chance para a disciplina... como atualmente a entendemos.
Gibson Burrell (Sáb,) estudou esta questão.