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O transtorno de estresse pós-traumático (TEPT) foi estudado na região do Piemonte, na Carolina do Norte. Entre 2985 sujeitos, os índices de prevalência ao longo da vida e nos últimos seis meses para TEPT foram de 1,30 e 0,44%, respectivamente. Em comparação com sujeitos sem TEPT, aqueles com TEPT apresentaram uma instabilidade laboral significativamente maior, histórico familiar de doenças psiquiátricas, pobreza parental, abuso infantil e separação ou divórcio dos pais antes dos 10 anos de idade. O TEPT foi associado a uma maior comorbidade psiquiátrica e tentativas de suicídio, aumento da frequência de asma brônquica, hipertensão, úlcera péptica e apoio social prejudicado. Diferenças foram observadas entre TEPT crônico e agudo em várias medidas, com o TEPT crônico sendo acompanhado por fobia social mais frequente, suporte social reduzido e sintomas de evitação mais pronunciados.
Davidson et al. (Qui,) estudaram essa questão.
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