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FUNDO: Pesquisas anteriores sobre as respostas dos enfermeiros a dilemas éticos se concentraram nas características dos enfermeiros ou nas características do ambiente de prática, mas não examinaram ambas as influências simultaneamente. OBJETIVO: Explorar as contribuições relativas das características do ambiente de prática e das características pessoais e profissionais dos enfermeiros para a disposição dos enfermeiros perinatais em se envolver em atividades para resolver dilemas éticos clínicos. MÉTODOS: Um desenho de correlação descritiva e uma regressão múltipla hierárquica foram usados para examinar as respostas de 127 enfermeiros perinatais a três instrumentos: as Escalas de Envolvimento Ético na Enfermagem (NEIS), o Questionário de Valores Perinatais (PVQ) e a Ficha de Dados Demográficos (DDS). RESULTADOS: A variável organizacional, influência da enfermagem, foi responsável pela maior parte da variância nas ações de resolução relatadas pelos enfermeiros, sendo que a preocupação dos enfermeiros com a ética e os valores consequencialistas também contribuíram significativamente. Os três preditores juntos foram responsáveis por 31% (24% ajustados) da variância nas ações para resolver dilemas éticos clínicos. O nível de educação em enfermagem não foi uma influência estatisticamente significativa. CONCLUSÕES: Esses resultados sugerem que os enfermeiros são mais propensos a se envolver em atividades de resolução de dilemas quando percebem ter níveis mais altos de influência em seus ambientes de prática e níveis mais altos de preocupação com os aspectos éticos das situações clínicas. Enfermeiros que enfatizam a consideração de aspectos moralmente relevantes das situações individuais dos pacientes (orientação de valor consequencialista) e que minimizam a adesão a padrões, regras e políticas abstratas também são mais propensos a se envolver na resolução de dilemas.
Penticuff et al. (Quarta-feira,) estudaram esta questão.
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