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Os humanos compartilham com outros animais a habilidade de medir a passagem do tempo físico e experimentar subjetivamente a sensação de tempo passando. O tempo subjetivo possui qualidades marcantes, semelhantes a outros sentidos, que podem ser explicadas por modelos formais, psicológicos e neurobiológicos do relógio interno. Esses incluem princípios de primeira ordem, como mudanças na velocidade do relógio e como as memórias temporais são armazenadas, e princípios de segunda ordem, incluindo invariância de escala temporal, integração multissensorial, estrutura rítmica e compartilhamento de atenção em relação ao tempo. Dentro desses princípios, existem tanto diferenças individuais típicas - influências da emocionalidade, velocidade de pensamento e drogas psicoativas - quanto diferenças atípicas em indivíduos afetados por certos transtornos clínicos (por exemplo, autismo, doença de Parkinson e esquizofrenia). Esta revisão resume descobertas comportamentais e neurobiológicas recentes e fornece uma estrutura teórica para considerar como as mudanças nas propriedades do relógio interno impactam a percepção do tempo e outros domínios psicológicos.
Allman et al. (Sex,) estudaram essa questão.
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