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OBJETIVOS: Entender como os cuidadores de pessoas com demência têm acesso ao apoio comunitário e determinar as potenciais barreiras para os cuidadores. DESENHO: Estudo qualitativo utilizando entrevistas semiestruturadas com cuidadores após uma intervenção da Equipe de Avaliação de Cuidados para Idosos. LOCAL: Equipe de Avaliação de Cuidados para Idosos da Austrália metropolitana. SUJEITOS: 24 cuidadores residentes de pacientes com demência. PRINCIPAIS MEDIDAS DE RESULTADO: Experiência subjetiva dos cuidadores em relação às fontes de estresse em seu cuidado dos pacientes com demência, com foco nas interações com o médico geral e agências formais de apoio comunitário. RESULTADOS: A maioria dos cuidadores sofreu altos níveis de estresse, principalmente devido a distúrbios comportamentais e necessidades de cuidado dos pacientes com demência. Problemas com agências de saúde também foram relatados pela maioria dos cuidadores como contribuintes para seu sofrimento. Os médicos gerais foram percebidos como tendo encaminhado os pacientes com demência tarde para cuidados comunitários, apesar de o cuidador ter enfrentado dificuldades por um período considerável. Os cuidadores também reclamaram que foram fornecidas informações muito limitadas sobre o diagnóstico de demência, como lidar com comportamentos problemáticos e como acessar serviços de apoio antes e depois do procedimento de avaliação. CONCLUSÕES: Problemas na interação entre o cuidador e o médico geral parecem ser importantes para atrasar o acesso ao apoio e informações adequadas. O reconhecimento mais precoce dos problemas dos cuidadores, a oferta de melhor educação e o acesso mais cedo aos serviços de apoio podem reduzir o grau de estresse experimentado pelos cuidadores.
Bruce et al. (Mon,) estudaram esta questão.
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