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Este estudo examina a associação entre desengajamento moral e cyberbullying utilizando uma medida de desengajamento moral adaptada ao cyberbullying. Também examina as crenças dos adolescentes sobre sua competência para se envolver em cyberbullying (crenças de autoeficácia no cyberbullying) e como essas crenças podem moderar a relação entre desengajamento moral e cyberbullying. Os participantes foram 942 meninos e meninas, principalmente brancos (83,5%), do 7º ao 9º ano (Idade média = 13,2 anos, faixa = 11–15 anos). Os resultados revelaram que, quando os alunos acreditavam firmemente em suas capacidades de cyberbullying, altos níveis de cyberbullying autorrelatado estavam associados a maior propensão ao desengajamento moral, mesmo quando controlando pelo conhecimento dos padrões morais do cyberbullying. Esses resultados sugerem que reduzir o cyberbullying envolve mais do que políticas que sancionam esse comportamento. Fatores que reduzem o uso de processos de desengajamento moral, particularmente entre aqueles alunos que acreditam em suas capacidades de cyberbullying, precisam ser promovidos.
Bussey et al. (Quarta-feira,) estudaram essa questão.
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