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Este artigo aborda a história do asilo de loucos do século XIX; um tipo de edificação único que surgiu em resposta às construções do problema percebido da loucura. Com o tempo, as respostas tanto à loucura quanto ao próprio asilo mudaram, resultando em um novo futuro para a forma construída do asilo. O artigo adota uma perspectiva histórica para destacar as maneiras pelas quais os processos sociais e espaciais estão interconectados, com posições ideológicas, intervenções políticas, atitudes sociais, poder profissional, contextos espaciais e ações individuais todas implicadas nos resultados. A origem dos asilos como contêineres dos loucos é revisada, e dá-se ênfase ao papel de arquitetos eminentes em seu projeto monumental. Com o tempo, a forma construída distintiva se tornou simbólica de horror e pavor, enquanto a próxima fase da história do asilo levou ao fechamento e abandono. No entanto, um clima político e social em mudança e uma renovada apreciação dos asilos como patrimônio levaram a possibilidades de reconstrução. Três exemplos de estudo de caso ilustram as fases da história dos asilos, incluindo seu recente redesenvolvimento para habitação, enquanto também demonstram como a forma espacial tem a capacidade de incorporar e representar práticas sociais passadas e presentes. Palavras-chave: Asilo, Hospital Mental, Redesenvovimento, Reabilitação, Conservação, Edifícios Históricos, Lares Patrimoniais
Bridget Franklin (Sun,) estudou esta questão.