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OBJETIVOS/HIPÓTESE: Determinar a tolerabilidade do xilitol misturado com água como irrigante nasal e avaliar se a irrigação nasal com xilitol resulta em melhoria sintomática em indivíduos com rinossinusite crônica. DESENHO DO ESTUDO: Um estudo piloto prospectivo, randomizado, duplo-cego e controlado cruzado. MÉTODOS: Vinte sujetos foram instruídos a realizar cursos sequenciais de 10 dias de irrigação diária com xilitol e solução salina de forma randômica, com um período de pausa de 3 dias no início de cada brasão de tratamento. Os dados coletados incluíram características dos pacientes, juntamente com os escores do Teste de Resultado Sino-Nasal 20 (SNOT-20) e da Escala Visual Analógica (VAS) relatados no início e no final de cada curso de irrigação. RESULTADOS: Quinze dos 20 sujets (75%) retornaram seus dados do SNOT-20 e VAS para análise. Houve uma redução significativa no escore do SNOT-20 durante a fase de irrigação com xilitol (queda média de 2,43 pontos) em comparação com a fase de solução salina (aumento médio de 3,93 pontos), indicando sintomas sinonasais melhorados (P = 0,0437). Não houve diferença nos escores da VAS. Nenhum paciente parou de realizar as irrigacões devido à intolerância ao xilitol, embora seu sabor doce não tenha sido preferido por três sujeitos (21%). Um paciente relatou uma sensação de ardência transitória com xilitol. CONCLUSÕES: O xilitol em água é um agente bem tolerado para irrigação sinonasal. A curto prazo, as irrigacões com xilitol resultam em maior melhoria dos sintomas de rinossinusite crônica em comparação com a irrigação salina.
Weissman et al. (Terça-feira,) estudaram esta questão.
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