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Os laboratórios de instrução de graduação em física geram opiniões intensas. Seus defensores são apaixonados pela importância deles para ensinar física como uma atividade experimental e fornecer experiências de aprendizado “práticas”, enquanto seus detratores (muitas vezes, mas não apenas, alunos) oferecem críticas severas de que são inúteis, confusos e insatisfatórios, e “receituários”. Aqui, tanto para ajudar a entender a razão para tais visões discrepantes quanto para auxiliar no design de cursos de laboratório de instrução, comparo as tarefas mentais ou tipos de pensamento (“análise de tarefas cognitivas”) associadas a um físico realizando pesquisa experimental com as tarefas cognitivas de alunos em um laboratório de instrução de física introdutória envolvendo exercícios tradicionais de verificação/confirmação.
Carl Wieman (Sex,) estudou essa questão.
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