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Randomizar a ordem de experimentação em um desenho fatorial nem sempre alcança o efeito desejado de neutralizar a influência de fatores desconhecidos. De fato, com algumas suposições muito razoáveis, uma proporção importante de ordens aleatórias alcança o mesmo grau de proteção que aquele obtido pela experimentação na ordem padrão da matriz de desenho. Além disso, a randomização pode induzir um grande número de mudanças nos níveis dos fatores e, assim, tornar a experimentação cara e difícil. De Leon et al. Ordem de experimentação em desenhos fatoriais com 8 ou 16 execuções, J. Appl. Stat. 32 (2005), pp. 297–313, propuseram ordens de experimentação para desenhos com oito ou 16 execuções que combinam um excelente nível de proteção contra a influência de fatores desconhecidos, com o número mínimo de mudanças nos níveis dos fatores. Este artigo apresenta uma nova metodologia para obter ordens de experimentação com as propriedades desejadas para desenhos com qualquer número de execuções.
Espinal et al. (Quartas,) estudaram essa questão.
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