A disfunção miocárdica pode promover a carcinogênese através de fatores de risco compartilhados e vias moleculares comuns, como inflamação persistente e ativação neuro-hormonal, além da mera cardiotoxicidade.
Revisão
As doenças cardiovasculares e o câncer representam a maior carga de doença no mundo. Anteriormente, essas duas condições eram consideradas independentes, exceto em termos de cardiotoxicidade, que liga o tratamento do câncer a problemas cardiovasculares subsequentes. No entanto, estudos recentes sugerem que existem mais conexões entre o câncer e as doenças cardíacas além da cardiotoxicidade. Foi revelado que a disfunção miocárdica pode promover a carcinogênese, indicando que mecanismos patofisiológicos comuns adicionais podem estar envolvidos na relação entre cardiologia e oncologia, em vez de uma simples conexão através de efeitos cardiotóxicos. Esses mecanismos podem incluir fatores de risco compartilhados e vias moleculares comuns, como inflamação persistente e ativação neuro-hormonal. Esta revisão explora a conexão entre disfunção miocárdica e câncer, enfatizando seus fatores de risco compartilhados, mecanismos biológicos semelhantes e fatores causais como a cardiotoxicidade, juntamente com suas implicações clínicas.
Molnár et al. (Sun,) realizaram uma revisão sobre disfunção miocárdica e câncer. A disfunção miocárdica pode promover a carcinogênese através de fatores de risco compartilhados e vias moleculares comuns, como inflamação persistente e ativação neuro-hormonal, além da mera cardiotoxicidade.
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